Mostrando postagens com marcador Pensamentos.... Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pensamentos.... Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 15 de julho de 2015
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Revitalização de Igreja: Um Trabalho de Tartaruga, Não de Lebre
Jeramie Rinne 26 de Novembro de 2014 - Igreja e Ministério
Você conhece a clássica fábula: o arrogante coelho desafia os outros animais para uma corrida. A tartaruga aceita, para a perplexidade da lebre. A corrida começa e o coelho corre a grande distância – tão grande que, na verdade, ele tem tempo para um cochilo. Mas, enquanto a lebre dorme, a tartaruga fielmente se arrasta e cruza à linha de chegada primeiro, em uma virada dramática. Moral da história: quem segue devagar e com constância ganha a corrida.
Talvez os seminários devessem oferecer uma aula sobre a exegese de Esopo. Com muita freqüência, pastores chegam a uma nova congregação, rapidamente vêem a necessidade de revitalização e arrancam, à velocidade de uma lebre, para virar a igreja de cabeça para baixo. Em poucos anos, graves problemas surgem. E a corrida termina, prematuramente, com uma congregação em conflito e um pastor ferido e pronto a abrir mão do ministério.
Jovens pastores, em particular, podem tornar-se vítimas dos perigos de uma reforma apressada. Isso ocorre, em parte, porque eles geralmente têm muita energia e idealismo, mas pouca experiência; porém, é também porque jovens pastores e igrejas em declínio parecem esbarrar uns nas outras. Uma igreja com problemas diz que deseja “energia nova” e “mais caras jovens” e, assim, está disposta a dar uma chance a um homem mais novo. E o jovem pastor está ansioso por aquele primeiro emprego e pronto para um desafio. E, assim, o ministro recém-formado chega e a corrida começa a uma velocidade assustadora.
Quatro coelhos da reforma de igrejas
Coelhos aparecem em muitas subespécies. Quer dizer, há muitas maneiras de precipitar uma reforma e renovação em uma igreja local, em detrimento da congregação e do pastor. Considere quatro modos arquetípicos pelos quais nós pastores agimos rápido demais em nossos esforços de trazer as mudanças necessárias às nossas igrejas:
O purista
O purista tem fortes convicções teológicas. Ele tem sido abençoado com uma clara visão bíblica para a vida da igreja e sua prática. Ele corre obstinadamente, sem desviar do caminho.
Infelizmente, ele se move rápido demais para a congregação. Nos primeiros seis meses, ele propõe uma nova declaração de fé, uma mudança constitucional para adotar presbíteros e uma limpeza radical do rol de membros. Ironicamente, em seu zelo pela fiel teologia da igreja, ele trata com rudeza o verdadeiro povo da igreja. Ele esbraveja as doutrinas da graça todo domingo, mas falha em mostrar ao seu povo a paciente graça de Deus em sua maneira de lidar com eles.
Esse pastor pode ser demitido rapidamente. E, infelizmente, ele pode ir embora como um mártir teológico em sua própria mente, cego para os seus equívocos. Mais triste ainda, aquela igreja agora está vacinada contra a reforma bíblica de que ela desesperadamente precisa.
O pragmático
O extremo oposto do purista, o pragmático fará “qualquer coisa que funcione” para trazer as pessoas à igreja e mantê-las lá. Nada está fora dos limites, contanto que faça a igreja crescer e não envolva imoralidade flagrante ou óbvia heresia. Um pragmático carismático e talentoso pode fazer uma igreja crescer de 50 para 500 em pouquíssimo tempo, com uma sagaz mistura de humor, tecnologia, liderança e personalidade.
O pragmático pode descobrir como fazer frequência da igreja crescer rapidamente, dando todas as aparências de revitalização. Mas algumas questões importantes permanecem: as pessoas estão verdadeiramente sendo convertidas ao evangelho, arrependendo-se dos pecados e confiando em Cristo? Ou as pessoas estão apenas sendo “igrejadas” de um modo eficiente? Esse pastor está fazendo discípulos de Jesus ou apenas fãs da igreja da última moda? Ele está cultivando uma sequóia espiritual, que cresce lentamente, mas adquire uma estatura majestosa? Ou ele está meramente plantando uma rosa, que hoje desabrocha, mas murcha amanhã?
Infelizmente, quanto mais rápida e efetivamente alguém é capaz de aumentar a frequência de uma igreja, menos provável é que esse alguém questione teologicamente seus métodos. Números nos enfeitiçam.
O imitador
O imitador economiza tempo pegando um atalho: ele meramente replica em sua própria congregação a filosofia, os programas e a estrutura da igreja de outros. Por que reiventar a roda? Por que não simplesmente comprar o livro, participar da conferência, adquirir o kit e baixar os sermões de outra igreja bem sucedida?
O imitador parece com o pragmático e, em um sentido, eles são semelhantes. Mas o purista pode cair nessa tentação também. Imitadores reformados também têm as suas igrejas e pastores heróis também.
Aprender com outros modelos de igreja não é errado. De fato, a Escritura nos ordena a seguirmos os exemplos piedosos de outros (1Coríntios 11.1; Filipenses 3.17) e o apóstolo Paulo chega a apresentar uma igreja local inteira como modelo para outros crentes (1Tessalonicenses1.7). Contudo, nós pastores nos tornamos imitadores quando impomos o modelo de uma outra igreja sem considerar amorosamente o caráter, a história e a cultura singulares de nossa congregação. Nós também erramos como imitadores ao deixar de avaliar o nosso modelo preferido à luz do ensino bíblico acerca da igreja local.
Fazer uma exegese fiel de sua igreja e de sua Bíblia é um trabalho de tartaruga. Não é algo que possa ser feito da noite para o dia.
O narcisista
Esta última lebre talvez seja a mais perigosa. O narcisista vê o ministério da igreja pelas lentes de sua própria narrativa pessoal. Ele vê a renovação e a reforma congregacional como o palco para estrelar um roteiro centrado em si mesmo.
Talvez ele sonhe ser o cara que ajudará a igreja tradicional e enfadonha a se tornar vanguardista. Ou talvez ele se imagine como um ativista que confrontará a complacente igreja de classe média acerca do envolvimento com os pobres. Ou talvez, em sua mente, ele seja a reencarnação de Lutero, procurando uma igreja doutrinariamente vacilante na qual possa fixar as suas 95 teses. Ou talvez ele simplesmente se veja falando a milhares de pessoas e queira transformar a sua congregação naquela megaigreja. É o sonho americano em sua versão pastoral.
Essas ilusões de grandeza tendem a produzir pastores impacientes. Quando estamos cheios de nós mesmos, nós interpretamos reveses no ministério como fracassos pessoais e diminuições na membresia da igreja como ameaças pessoais. Nós corremos como homens desgovernados quando tudo diz respeito a nós.
Agarre-se ao seu casco
E ali está tartaruga. Enquanto os coelhos arrancam em disparada, ela se arrasta fielmente adiante.
A tartaruga se empenha pela renovação por meio de um ritmo constante de pregação expositiva semanal, deixando que a Palavra faça sua obra de transformação. Ele dedica tempo significativo à oração, clamando a Deus por revitalização. Ele caminha devagar o bastante para conhecer e ouvir os membros da igreja, entendendo que não se pode verdadeiramente reformar aquilo que não se ama. Ele tem uma confiança abrangente na soberania de Deus em produzir a mudança necessária, então aqueles reveses caem sobre ele como chuva sobre um casco. Se Deus quiser, a tartaruga está disposta a dispender toda a carreira em uma única igreja. Sua narrativa pessoal é simples: eu sou apenas um servo de Jesus.
É impressionante quão longe uma tartaruga pode ir.
Toda igreja precisa de renovação. A igreja reformada está sempre se reformando. Assim, esforcemo-nos por renovação de um modo que ponha os holofotes na Palavra de Deus, no tempo de Deus e no poder do evangelho, e não em nossa própria criatividade, técnica e personalidade. Então, quando as pessoas lhe perguntarem como nós mudamos a nossa igreja, nós não exibiremos nossas musculosas pernas de coelho. Em vez disso, nós seremos capazes de dizer com toda a sinceridade: “Isto procede do SENHOR e é maravilhoso aos nossos olhos”.
http://www.ministeriofiel.com.br/artigos/detalhes/755/Revitalizacao_de_Igreja_Um_Trabalho_de_Tartaruga_Nao_de_Lebre
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
terça-feira, 28 de outubro de 2014
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Toda autoridade no céu e na terra
Roland Barnes
23 de Outubro de 2014 - Teologia Geral
Quem tem autoridade para mandar em outros? O que dá a alguém o direito de mandar em alguém? Essa questão pode ser levantada em relação a todas as áreas da vida: a vida em família (pais), a vida na igreja (pastores, presbíteros), a vida civil (governantes, reis e assim por diante). Quem autoriza os pais, pastores, presbíteros e reis a governarem em suas respectivas esferas?
É digno de nota que, antes de Jesus comissionar seus discípulos em Mateus 28.18-20, ele asseverou a sua autoridade para fazê-lo. Havendo realizado a obra da redenção, ele antecipou sua ascensão e coroação, aquele ponto em que ele haveria de se assentar à destra do Pai e receber o nome que está acima de todo nome nos céus e sobre a terra (Efésios 1.20-23).
Autoridade é o direito de governar, de mandar, de exercer domínio. A palavra grega exousia, traduzida para o português como autoridadeem Mateus 28.18-20, literalmente significa “aquilo que emerge do ser”. É o direito de governar que emerge das presentes condições (estado de ser) ou da relação em que alguém se encontre. Um pai tem o direito de governar em virtude da relação ordenada por Deus que o pai tem com seu filho. Jesus tem o direito de governar em virtude do seu presente estado de ser, ou condição, como aquele que venceu o pecado, a morte e o inferno.
Assim, antes de o Senhor Jesus comissionar os seus discípulos, ele asseverou a sua autoridade para fazê-lo. Eis aqui a reivindicação de autoridade universal e ilimitada. Devemos notar primeiro a fonte de sua autoridade: ele a recebeu de seu Pai. Em seu estado de humilhação (a sua vida terrena antes da ressurreição), ele possuía autoridade, mas havia voluntariamente limitado o seu exercício. Contudo, em algumas ocasiões ele a asseverou com grande poder.
Durante o seu ministério, a sua autoridade era manifestada no modo do seu ensino (Mateus 7.29), ao assegurar o perdão de pecados (9.6), ao acalmar o mar (8.26), ao curar toda sorte de enfermidade e doença (9.35), ao expulsar demônios (12.22) e ao obter a vitória sobre a própria morte (João 11.43).
Mas todos esses exercícios de autoridade não eram senão manifestações pálidas da autoridade ilimitada e universal que lhe foi devolvida pelo Pai em sua exaltação. Agora Jesus reivindica “toda autoridade no céu e na terra”. E, depois, o apóstolo Paulo escreve aos Filipenses, dizendo que agora Deus o Pai “exaltou sobremaneira” o Filho, de modo que ao seu nome “todo joelho se dobrará”. Todas as coisas foram colocadas sob sua autoridade (Filipenses 2.9-10).
Certamente, Jesus, sendo o eterno Filho de Deus, tem autoridade em si mesmo. Ele possui autoridade, segundo a sua divindade, juntamente com o Pai e o Filho. Ele, juntamente com o Pai e o Espírito, é o soberano criador e sustentador de tudo o que existe.
Contudo, em sua encarnação e humilhação, ele escolheu não exercitar a sua autoridade do mesmo modo como fazia antes. Como afirma o Breve Catecismo de Westminster, ele foi “colocado sob a lei” (P&R 27). Ele, que com o Pai e o Espírito expressara a sua soberana vontade na autoridade da sua santa lei, estava agora sujeito à sua lei. Jesus, em sua encarnação, experimentou a humilhação de estar sob a autoridade de meros homens: pais, governantes civis, e assim por diante. Ele escolheu não exercer os plenos privilégios de sua autoridade e permitiu a si mesmo ser governado, até mesmo abusado, por homens mortais e malignos.
Mas, depois de ter realizado a obra que o Pai lhe confiara, ele foi exaltado às alturas como o Deus-homem, o Messias. Jesus então recebeu autoridade do Pai. Sua autoridade pré-encarnada foi restabelecida, ao ser ele investido da autoridade do alto como Senhor e Cristo. A profecia messiânica do Salmo 2 se cumpriu em Jesus (Atos 13.33; Hebreus 1.5; 5.5). Ao longo do Antigo Testamento, Israel recebeu a promessa de um Messias que seria exaltado ao lugar de suprema autoridade e domínio. O Salmo 2.6-8 estabelece que o Messias receberia as próprias nações da terra como sua herança. Todos os seres angelicais, santos, profetas e apóstolos se prostram diante dele, reconhecendo que ele é o Rei dos reis e o Senhor dos senhores. E, um dia, todos os seus inimigos serão conquistados e postos por estrado de seus pés (Salmo 110.1).
Observe também a extensão da sua autoridade. É ilimitada. A sua autoridade não se restringe por jurisdição ou geografia. Ele recebeu do Pai toda a autoridade, sem limitações ou restrições. Nós sabemos que é assim porque Jesus acrescenta a esclarecedora expressão “nos céus e na terra” – todo lugar no universo em que qualquer autoridade possa ser exercida. Ele recebeu toda a autoridade nos reinos espiritual e material, nos céus e na terra. Não há lugar neste universo sobre o qual ele não tenha recebido autoridade. A sua autoridade penetra cada reino e cada esfera de influência.
Foi sobre esse fundamento que Jesus comissionou seus discípulos. Não seria a Grande Comissão se ela não repousasse sobre essa grande reivindicação de autoridade universal e ilimitada. E, sendo autorizados pelo próprio Senhor, os discípulos seguiram adiante e viraram o mundo de cabeça para baixo.
Autor Roland Barnes
Rev. Roland Barnes é pastor sênior da Trinity Presbyterian Church (PCA) em Statesboro, Ga. Ele também faz parte da diretoria da Sociedade...
http://bit.ly/1wfhCde
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Talvez quando José teve seus sonhos os tenha
visto como uma
confirmação do favor em sua vida.
Ele ainda não havia aprendido que a
autoridade é dada para servir,
e não para separar.
Geralmente, nos
processos de treinamento enfocamos
a impossibilidade
de nossas
circunstâncias em vez da grandeza de Deus.
LIVRO A ISCA DE SATANÁS - John Bevere
quarta-feira, 16 de julho de 2014
O Espírito do Senhor [Quem é o Espírito Santo?] | Voltemos Ao Evangelho
Introdução da Mensagem
É tentador entender o Espírito como uma força impessoal que cumpre os propósitos de Deus mecanicamente. Contudo, as Escrituras pintam um quadro diferente, e elas retratam o Espírito de várias maneiras, mas não como impessoal. A terceira pessoa da Trindade é pessoal, e a sua função na vida e no ministério de Jesus atesta a esse fato. O Espírito é o companheiro e amigo vitalício de Jesus, e os dois nunca estiveram, nem nunca estarão, separados. Essa revelação é maravilhosa, e o nosso espanto deveria aumentar quando consideramos a função de Jesus em enviar o seu Espírito, seu companheiro e amigo, para habitar em nós.
Leitura bíblica
Gênesis 1.2; Isaías 11.2–3; 42; 49; 52–53; 61.1–2; Salmo 27; Mateus 5–7; Lucas 1.26–38; 2.41–52; 4.17–21; João 14.8–11, 15–17; 1 Pedro 1.10–12
Objetivos de aprendizado
Entender como Jesus revela o Pai e o Espírito;
Ver o relacionamento íntimo entre Jesus e o Espírito Santo;
Compreender a função do Espírito na concepção e na infância de Jesus.
Citação
Agora toda a mobília está na sala, mas só quando você acende a luz é que você percebe que toda a mobília está lá. Isso se parece muito com a revelação de Deus no Antigo Testamento. O Deus do Antigo Testamento é o mesmo Deus do Novo Testamento. Ele é Pai, Filho e Espírito Santo, mas em certo sentido, os crentes na antiga aliança viveram em uma espécie de sala escura. —B.B. Warfield
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Voltemos Ao Evangelho | A Face de Deus [Quem é o Espírito Santo?]
Voltemos Ao Evangelho | A Face de Deus [Quem é o Espírito Santo?]
Introdução da Mensagem
Muitas pessoas afirmaram em várias épocas e de várias maneiras que o Deus do Antigo Testamento não é o mesmo Deus do Novo Testamento. Infelizmente, essa asserção interpreta mal a natureza e os propósitos de Deus. Deus é imutável: Ele não muda em sua natureza, caráter ou propósitos. Não obstante, ele escolheu revelar sua pessoa e seus planos progressivamente na história da redenção através do seu Espírito. Isso não significa que o Espírito não tenha revelado a face de Deus de maneira alguma no Antigo Testamento. Pelo contrário, o Antigo Testamento revela que o Espírito expôs a natureza muito pessoal do nosso Senhor ao seu povo ao longo da antiga aliança enquanto apontava adiante para a plenitude da sua exposição em Jesus Cristo.
Leitura bíblica
Gênesis 1.2; 2.7; 41.38; Êxodo 13.3–11, 30–35; Números 11.16–30; 2 Samuel 23.1–7; Salmo 51.9–12; 104.29–30; 139; Isaías 63.9–10; Ezequiel 39.29; Daniel 1.17–21; 2.46–49; Mateus 11.28; Efésios 4.30; 1 Pedro 1.10–12; 2 Pedro 1.21
Objetivos de aprendizado
Explorar como o Espírito Santo trabalhou na antiga aliança, conforme registrado no Antigo Testamento, para preparar o povo de Deus para a vinda do Senhor Jesus Cristo;
Entender o caráter pessoal do Espírito;
Compreender que o Espírito quer trazer o povo de Deus a um relacionamento íntimo com o Senhor;
Ver a natureza progressiva da obra do Espírito.
Citação
Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face? Se subo aos céus, lá estás! Se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também! Se tomo as asas da alvorada e me detenho nos confins dos mares, ainda lá me haverá de guiar a tua mão, e a tua destra me susterá. —Salmo 139.7–10
Introdução da Mensagem
Muitas pessoas afirmaram em várias épocas e de várias maneiras que o Deus do Antigo Testamento não é o mesmo Deus do Novo Testamento. Infelizmente, essa asserção interpreta mal a natureza e os propósitos de Deus. Deus é imutável: Ele não muda em sua natureza, caráter ou propósitos. Não obstante, ele escolheu revelar sua pessoa e seus planos progressivamente na história da redenção através do seu Espírito. Isso não significa que o Espírito não tenha revelado a face de Deus de maneira alguma no Antigo Testamento. Pelo contrário, o Antigo Testamento revela que o Espírito expôs a natureza muito pessoal do nosso Senhor ao seu povo ao longo da antiga aliança enquanto apontava adiante para a plenitude da sua exposição em Jesus Cristo.
Leitura bíblica
Gênesis 1.2; 2.7; 41.38; Êxodo 13.3–11, 30–35; Números 11.16–30; 2 Samuel 23.1–7; Salmo 51.9–12; 104.29–30; 139; Isaías 63.9–10; Ezequiel 39.29; Daniel 1.17–21; 2.46–49; Mateus 11.28; Efésios 4.30; 1 Pedro 1.10–12; 2 Pedro 1.21
Objetivos de aprendizado
Explorar como o Espírito Santo trabalhou na antiga aliança, conforme registrado no Antigo Testamento, para preparar o povo de Deus para a vinda do Senhor Jesus Cristo;
Entender o caráter pessoal do Espírito;
Compreender que o Espírito quer trazer o povo de Deus a um relacionamento íntimo com o Senhor;
Ver a natureza progressiva da obra do Espírito.
Citação
Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face? Se subo aos céus, lá estás! Se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também! Se tomo as asas da alvorada e me detenho nos confins dos mares, ainda lá me haverá de guiar a tua mão, e a tua destra me susterá. —Salmo 139.7–10
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Culto em um Mundo selfie
Uau. Deus realmente se reuniu com a gente no culto hoje à noite. A sala estava tão cheia de sua presença. Um dos momentos mais intensos de adoração que eu já experimentei.
Esta rubrica deparei com minhas notificações Instagram algumas semanas atrás.
Eu estava curioso para ver a foto desta estudante tinha tomado para comemorar a sua experiência. Eu nunca teria esperado um retrato de um jovem de pé na frente de um espelho em seu banheiro com um sorriso confuso no rosto.
No entanto, lá estava ele, um adolescente de pato com cara olhando para o espelho do banheiro, telefone inteligente na mão. O que isso tinha a ver com o quanto ele amava adorar Jesus foi um mistério para mim.
Este é nosso mundo
Este é o mundo em que vivemos, o mundo da selfie. O mundo onde as pessoas tomam algo que não é sobre eles e torná-lo sobre eles através da lente de sua câmera.
Homens adultos posar com seu melhor queimadura "Blue Steel", enquanto a ponta de tirar o fôlego de Eiffel Tower projeta a partir do lado de suas cabeças como uma pequena, chifre de aço desajeitadamente colocados.
Adolescentes tentam seu olhar mais bonito, enquanto uma coluna de pedra singular de antigo, imponente Coliseu de Roma é pouco visível ao fundo.
Nós não estamos vendo o mundo através de seus olhos tanto como ver os seus olhos bloqueando o mundo.
Talvez eu estou sozinho aqui, mas eu prefiro muito mais ver uma foto de Niagara Falls que um rosto obstruindo meu ponto de vista dele. Cataratas do Niágara não é sobre nós. Ele é majestoso. Exige o quadro completo para os espectadores a sentir-se ainda apenas uma pequena amostra do temor de algo maior que eles mesmos.
Selfie-Type Adoração
Este é exatamente o que estamos fazendo quando tentamos fazer adoração corporativa sobre nós. Nossos corações pecaminosos quer encher o quadro da glória de Deus com os nossos rostos. Nossa carne quer nos distrair do valor infinito de um Deus santo que nos convidou à sua presença para contemplá-lo e ser como ele.
Este tipo de adoração selfie constantemente tenta se infiltrar nossas igrejas, levando-nos a valorizar o sentimento sobre a substância, campanha publicitária emocional sobre a saúde emocional ou preferência musical sobre proclamação significativa.
Quando o conteúdo de nossas músicas e orações estão saturados com temas e pensamentos me-centrados, estamos comprando na mentira de que a adoração é sobre nós. Para ter certeza, os nossos rostos estão no quadro, mas eles são uma especificação de areia na praia de um vasto oceano de beleza e santidade. Para focalizar a especificação seria tolice, se não a loucura total.
Culto Centrado em Deus
Quando nos reunimos para adoração, estamos atribuindo valor ao único digno, e levantando-o para o lugar onde só ele pertence, no trono de nossos corações.
Ao fazermos isso, ele está conosco de uma maneira muito real. Esta não é uma situação hipotética - Deus está conosco. Não há maior privilégio na terra para a família resgatado e adotado de Deus do que conseguir ficar na presença de Deus e adorá-lo em espírito e verdade por meio de seu Filho.
Ao fazer isso, estamos construindo e incentivando uns aos outros, lembrando nossos próprios corações de quem é Deus eo que ele tem feito, e proclamando-o a um mundo que precisa desesperadamente para vê-lo por quem ele é.
Isso não é nem feito por cantar sobre nós mesmos, nem obcecado com nossos sentimentos preferenciais.
Ele deve crescer
Se vamos aprender a adorar em um mundo selfie, devemos continuamente olhar além de nossas preferências musicais, sentimental nostalgia, e idealismo contextual, a fim de olhar com admiração e reverência ao caráter e atos do nosso poderoso Rei e Salvador.
Devemos saturar nossos serviços e músicas com a sua palavra e admirar sua sabedoria, vontade, riqueza, obras e caminhos. Ele é o Deus que criou os planetas e as estrelas, e ele tem todos eles em suas mãos. Ele fez elétrons e prótons, átomos e elementos, gravidade e inércia. Tudo o que foi feito foi feito por ele e por ele, e antes de qualquer de sua fundação foi colocada, ele optou por resgatar e adotar nós em Cristo. Isso é muito grande para ser minimizado com me-centramento.
Que todos nós possamos resistir à tentação de preencher o quadro com a nossa cara, mas sim preencher nossas mentes com a sua glória eterna, e nunca parar de repetir o refrão de João 3:30:
"Ele deve crescer. Eu diminua. "
"Ele deve crescer. Eu diminua. "
"Ele deve crescer. Eu diminua. "
http://www.desiringgod.org/
sábado, 31 de maio de 2014
Ordem a Partir do Caos - Quem é o Espírito Santo?
Introdução da Mensagem
Muitos cristãos já ouviram ou até mesmo balbuciaram a frase: “O Espírito Santo é a pessoa esquecida da Trindade”. Essa declaração deixa escapar o verdadeiro problema na igreja hoje, um problema que não existia em gerações passadas. Os cristãos sabem a respeito do Espírito Santo, mas, diferentemente do Pai ou do Filho, eles não sabem de fato quem é o Espírito Santo. Nesta série de palestras, o Dr. Sinclair Ferguson propõe remover essa ignorância ao explorar as questões da identidade do Espírito, da natureza do seu caráter, como nós, enquanto cristãos, podemos chegar a conhecê-lo e ter um relacionamento com ele, e mais.
Leitura bíblica
Gênesis 1.1–2, 26; 2.7; Êxodo 31.1–11; Lucas 1.8–17, 26–38; João 16.4–15; 1 Coríntios 6.19–20; 2 Coríntios 13.14; Apocalipse 22.17
Objetivos de aprendizado
Apresentar os alvos da série de palestras:
Que pessoa é o Espírito?
Que tipo de caráter ele tem?
Como podemos chegar a conhecê-lo e ter comunhão com ele?
Como nos convêm que o Senhor Jesus tenha ido embora e que o Espírito Santo tenha vindo para a Igreja?
Explicar como o Espírito é a expressão do mover interior e do desejo de Deus;
Iluminar a função do Espírito em moldar e preencher a criação;
Demonstrar como o Espírito trabalha para trazer o homem à comunhão com Deus.
Citação
Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei. — João 16.7
quarta-feira, 5 de março de 2014
Como Homens e Mulheres se Complementam no Discipulado?
24 de Fevereiro de 2014 - Igreja e Ministério
O complementarismo é crucial para o discipulado cristão porque pastores e igrejas precisam sustentar diferentes retratos de maturidade cristã para os homens e para as mulheres.
O complementarismo ensina que Deus criou o homem e a mulher iguais em valor e dignidade, segundo Gênesis 1; mas ele também deu a eles diferentes papéis relacionados um ao outro, segundo Gênesis 2. Esse equilíbrio entre a igualdade e a diferença significa que alguns aspectos do discipulado serão unissex, enquanto que outros aspectos serão específicos para cada gênero. Então o Apóstolo Paulo pode dizer que não há homem nem mulher em Cristo quando se trata da nossa salvação, enquanto ele também diz que não permite que a mulher ensine ou tenha autoridade sobre o homem quando se trata da igreja local (Gl 3.28; 1Tm 2.12).
É fácil errar em uma direção ou em outra, ou homogeneizando nossas concepções de discipulado ou enfatizando demais as diferenças. Para ser fiel tanto a Gênesis 1 quanto a Gênesis 2, assim como aos diferentes tipos de afirmações do apóstolo Paulo, uma concepção correta da maturidade cristã deve apresentar modelos de maturidades masculina e feminina que tanto são iguais quanto diferentes.
Então todo cristão — macho e fêmea — precisa viver uma vida de arrependimento e fé. Todo cristão precisa crescer no conhecimento de Deus e na conformidade com Cristo. Todo cristão precisa ser unido à comunhão dos crentes. Mas se é só isso que uma igreja ensina sobre maturidade cristã na EBD infantil, nos estudos bíblicos nas casas e nos sermões semanais, isso implicitamente sufocará as diferenças intentadas por Deus entre homens e mulheres e, dessa maneira, representando erroneamente a “maturidade”.
Três coisas são necessárias para ajudar a mover o discipulado para uma direção complementarista (e, creio eu, bíblica): (i) uma visão teológica de como um homem cristão maduro é diferente de uma mulher cristã madura; (ii) exemplos de piedosas masculinidade e feminilidade em nossas igrejas; (iii) e estratégias pastorais para mover a igreja nessa direção. Não vou tomar o tempo aqui para abordar cuidadosamente cada uma dessas coisas. Espero que outros sejam inspirados a realizar um trabalho mais denso, o que é necessário. Mas aqui estão alguns pensamentos para fazer a bola rolar.
A visão teológica e as características dos diferentes domínios
Tudo começa com uma visão teológica complementarista para o discipulado.
No domínio do casamento, eis o que os presbíteros da minha igreja dizem aos casais no aconselhamento pré-nupcial: De acordo com Gênesis 1, o homem e a mulher devem ambos focar em trazer o domínio e senhorio de Deus para a terra. Mas de acordo com Gênesis 2, eles têm diferentes maneiras de fazer isso. O homem é orientado ao Jardim, enquanto a mulher é orientada ao homem e a ser uma auxiliadora idônea para ele. Ela deve empregar toda a concentração de seus dons e talentos para promover o trabalho da administração dele. Ele, por sua vez, deve administrar os dons dela com máxima efetividade, e não enterrá-los no chão como o servo infiel.
Ora, é comparativamente fácil ver o que isso significa em um casamento, onde há um homem e uma mulher em um relacionamento autoritativamente estruturado. Mas o que isso significa para uma mulher solteira em uma igreja que não é chamada a se submeter a todo homem como a esposa o faz ao seu marido? O que isso significa para uma mulher casada no trabalho? O que isso significa para um homem casado com outras mulheres em casa, na igreja, no trabalho ou em praça pública?
Bom, esse é o tipo de pergunta que um homem cristão maduro ajuda um homem mais jovem a responder, e uma mulher cristã madura ajuda uma mulher mais jovem a responder. Esse é o tipo de pergunta que pode ser abordado na EBD, em pequenos grupos ou em estudos bíblicos indutivos na igreja.
Para preencher uma “visão teológica” de masculinidade e feminilidade, nós precisaríamos considerar como Gênesis 2 pode se relacionar com outras passagens da Escritura e, as peculiares características do domínio do lar, do trabalho, da igreja e da praça pública. Depois, precisamos ajudar os nossos irmãos a viver vidas cristãsmasculinas e femininas nesses diferentes domínios — não apenas vidas genericamente cristãs.
Exemplo de um domínio: A igreja local
Na igreja local, por exemplo, a masculinidade parece estar amarrada ao ensino da Palavra. Todo homem cristão deveria, portanto, ser ensinado a ter um interesse especial por aprender a Palavra e promover o seu ministério. Nem todo homem tem o dom de ensinar na igreja, mas todo homem deveria equipar-se para ensinar em algum lugar (como em casa). E todo homem tem algum dom (como o dom da administração ou o dom de construir relacionamentos) que ele pode usar para promover o ministério da Palavra na igreja.
Em vez de uma igreja cheia de homens passivos, que rapidamente apressam as suas famílias para o carro quando o culto termina, imagine uma igreja cheia de homens determinados em promover o ministério da Palavra. Imagine homens fazendo isso no púlpito, no ministério de música, no ministério infantil, nos eventos pós-culto, em trabalho evangelístico, em cuidado com visitantes. Eu ouso dizer: essa seria uma igreja onde seria mais fácil para uma mulher piedosa ser uma mulher piedosa.
Em outras palavras, mulheres são frequentemente obrigadas a tomar iniciativa e liderança na igreja, porque os homens falham em fazê-lo. Mas, à medida que os homens trabalham duro no jardim da igreja, plantando sementes e lavrando a terra, as mulheres cristãs têm um bom trabalho a fazer ajudando tais homens. Com os homens cristãos fiéis em seus lugares, as mulheres cristãs podem mais facilmente adotar uma postura de auxílio, assistência, facilitando o ministério da Palavra na igreja. Elas fazem isso ao seguir a liderança de homens dignos. Elas fazem isso ao ampliar o ministério da Palavra para áreas nas quais seria mais difícil para os homens chegarem, como as vidas das crianças ou de mulheres mais jovens.
Note, eu forneci um exemplo de como a masculinidade e a feminilidade bíblica são diferentes em um domínio: a igreja local.¹ Discipular jovens crentes a serem engajados com a igreja local, portanto, não deveria ser unissex. Sim, há pontos em comum: todos devem se interessar em promover o ministério da Palavra. Mas há pontos de diferença: os homens deveriam ser ensinados a tomar iniciativa e liderança, enquanto as mulheres podem ser ensinadas a facilitar, encorajar e auxiliar.
Para ser muito prático por um momento, eu adoro o exemplo de C.J. e Carolyn Mahaney de ensinar o seu filho a sempre ser o primeiro a se voluntariar a orar. Eles estão ensinando a ele não apenas a ser um cristão, mas a ser um cristão biblicamente masculino.
Em todo — penso que é seguro generalizar — as mulheres serão mais capazes de buscar feminilidade piedosa quando estão cercadas por homens que buscam masculinidade piedosa. Quando as mulheres não o fazem, os homens frequentemente só têm a si mesmos para culpar.
Estratégia pastoral
Movendo-se de uma visão teológica para uma estratégia pastoral, os líderes da igreja deveriam ensinar esses diferentes retratos de maturidade nos programas para crianças e jovens, nos ministérios para homens e mulheres, e no ministério regular do púlpito da igreja. O ensino ocorre em vários lugares na vida da igreja, e vale a pena recapitulá-los um por um. A instrução em cada área é uniformemente unissex ou as diferenças bíblicas são promovidas?
Além do ensino, os líderes da igreja deveriam promover bons exemplos de masculinidade e feminilidade bíblicas para o rebanho. Que tipo de homem é reconhecido como presbítero? Quais mulheres são publicamente reconhecidas nas orações pastorais? Quais homens e mulheres são colocados à frente do grupo jovem?
Muito frequentemente, a discussão sobre complementarismo fica presa nos extremos. Por exemplo, as pessoas ficam abandonadas em questões como se é ou não apropriado para mulheres adultas ensinarem homens no Ensino Médio. Onde está o limite?, perguntam. Mas se concentrar nos extremos é mais ou menos como um casal de namorados que pergunta: “O quanto podemos nos aproximar fisicamente? Dar as mãos? Beijar?”.
Há espaço para tais questões, mas o que se precisa primeiro é uma declaração positiva sobre como promover masculinidade e feminilidade bíblicas entre jovens homens e mulheres. O casal de namorados, ao invés de perguntar: “O quão longe podemos ir?”, deveria perguntar: “Como podemos servir um ao outro e melhor preparar o outro para o casamento?” Na igreja, semelhantemente, deveríamos perguntar: “Como podemos melhor ajudar essas mulheres no Ensino Médio a se tornarem mulheres maduras, e esses homens no Ensino Médio a se tornarem homens maduros?” Mas essa é uma questão que a igreja nunca vai pensar em perguntar se ela não tem uma visão positiva para a masculinidade cristã e a feminilidade cristã em primeiro lugar.
Então vamos tentar de novo: Está tudo bem uma mulher adulta ensinar a homens do Ensino Médio? Bom, francamente, não tenho absoluta certeza se é lícito ou não, mas sei que eu quero que esses homens no Ensino Médio aprendam o que significa para os homens tomar iniciativa e liderança bíblica na igreja. E eu quero que as mulheres aprendam o que significa amar, encorajar e apoiar a liderança masculina na igreja. Portanto, serei muito cuidadoso sobre quais modelos eu coloco diante deles. Na maioria das circunstâncias, terei homens adultos que têm iniciativa e amam a Bíblia ensinando todo o grupo, enquanto tenho mulheres maduras que apoiam e auxiliam esse ministério.
O complementarismo e o objetivo do discipulado
Em geral, o complementarismo é crucial para o discipulado cristão, porque dá ao discipulado um objetivo. Como homem, eu quero ajudar outros homens, com os quais passo tempo, a saber o que significa ser um líder e um iniciador, ter coragem, ser protetor, fazer sacrifícios pelos mais fracos, etc. Minha esposa, por outro lado, quer ajudar as mulheres com as quais passa tempo a saber o que significar ser uma apoiadora, auxiliadora, facilitadora, conselheira, entusiasta, ocasionalmente reprovadora, etc.
Eu quero ajudar os homens a saber como fazer isso na igreja, em casa e em qualquer outro lugar, conforme apropriado. Ela quer ajudar as mulheres a saber como fazer isso na igreja, em casa e em qualquer outro lugar, conforme apropriado.
Não faz muito tempo, um rapaz me pediu por conselho a respeito de uma mulher que ele estava cortejando. Nós passamos muito tempo juntos. Ele confia em mim. Então, eu fui capaz e falar muito diretamente: “Irmão, é hora de você dar um passo adiante e ser um homem”. E então eu descrevi como tal masculinidade podia se parecer em suas circunstâncias.
Novamente, isso foi fácil de fazer, porque estávamos lidando com o domínio do cortejo, e muitos cristãos hoje em dia ficam felizes em reconhecer a liderança masculina e a tomada de iniciativa no cortejo, desde os Promise Keepers, a James Dobson e Joshua Harris. A questão mais difícil é: como masculinidade e feminilidade bíblicas se parecem nos muitos outros domínios da vida? Também: o que estamos fazendo para promover tais modelos através do discipulado?
O complementarismo e o evangelho
Enfatizar essas diferenças é realmente tão importante? Sim. Deus amarrou essas distinções na criação em Gênesis 2. Por quê? Para que toda a criação tivesse um retrato do evangelho, que Paulo mais tarde diz que maridos e esposas retratam em seu amor um pelo outro (Ef 5). Quando uma igreja sustenta modelos de masculinidade e feminilidade bíblica, portanto, isso torna o evangelho mais fácil de compreender.
Sem tais modelos, o evangelho é simplesmente mais difícil de explicar, quase como o tradutor da Bíblia que quer descrever Jesus como o “cordeiro” de Deus em uma cultura na selva que nunca ouviu falar de um cordeiro ou um sacrifício. Por acaso é surpresa que o diabo, que odeia o evangelho, queira homogeneizar homens e mulheres, embaçando, assim, um grupo de imagens que retratam o evangelho?
Uma concepção complementarista de discipulado não é essencial ao evangelho, mas com certeza o ajuda.
O complementarismo é crucial para o discipulado cristão porque pastores e igrejas precisam sustentar diferentes retratos de maturidade cristã para os homens e para as mulheres.
O complementarismo ensina que Deus criou o homem e a mulher iguais em valor e dignidade, segundo Gênesis 1; mas ele também deu a eles diferentes papéis relacionados um ao outro, segundo Gênesis 2. Esse equilíbrio entre a igualdade e a diferença significa que alguns aspectos do discipulado serão unissex, enquanto que outros aspectos serão específicos para cada gênero. Então o Apóstolo Paulo pode dizer que não há homem nem mulher em Cristo quando se trata da nossa salvação, enquanto ele também diz que não permite que a mulher ensine ou tenha autoridade sobre o homem quando se trata da igreja local (Gl 3.28; 1Tm 2.12).
É fácil errar em uma direção ou em outra, ou homogeneizando nossas concepções de discipulado ou enfatizando demais as diferenças. Para ser fiel tanto a Gênesis 1 quanto a Gênesis 2, assim como aos diferentes tipos de afirmações do apóstolo Paulo, uma concepção correta da maturidade cristã deve apresentar modelos de maturidades masculina e feminina que tanto são iguais quanto diferentes.
Então todo cristão — macho e fêmea — precisa viver uma vida de arrependimento e fé. Todo cristão precisa crescer no conhecimento de Deus e na conformidade com Cristo. Todo cristão precisa ser unido à comunhão dos crentes. Mas se é só isso que uma igreja ensina sobre maturidade cristã na EBD infantil, nos estudos bíblicos nas casas e nos sermões semanais, isso implicitamente sufocará as diferenças intentadas por Deus entre homens e mulheres e, dessa maneira, representando erroneamente a “maturidade”.
Três coisas são necessárias para ajudar a mover o discipulado para uma direção complementarista (e, creio eu, bíblica): (i) uma visão teológica de como um homem cristão maduro é diferente de uma mulher cristã madura; (ii) exemplos de piedosas masculinidade e feminilidade em nossas igrejas; (iii) e estratégias pastorais para mover a igreja nessa direção. Não vou tomar o tempo aqui para abordar cuidadosamente cada uma dessas coisas. Espero que outros sejam inspirados a realizar um trabalho mais denso, o que é necessário. Mas aqui estão alguns pensamentos para fazer a bola rolar.
A visão teológica e as características dos diferentes domínios
Tudo começa com uma visão teológica complementarista para o discipulado.
No domínio do casamento, eis o que os presbíteros da minha igreja dizem aos casais no aconselhamento pré-nupcial: De acordo com Gênesis 1, o homem e a mulher devem ambos focar em trazer o domínio e senhorio de Deus para a terra. Mas de acordo com Gênesis 2, eles têm diferentes maneiras de fazer isso. O homem é orientado ao Jardim, enquanto a mulher é orientada ao homem e a ser uma auxiliadora idônea para ele. Ela deve empregar toda a concentração de seus dons e talentos para promover o trabalho da administração dele. Ele, por sua vez, deve administrar os dons dela com máxima efetividade, e não enterrá-los no chão como o servo infiel.
Ora, é comparativamente fácil ver o que isso significa em um casamento, onde há um homem e uma mulher em um relacionamento autoritativamente estruturado. Mas o que isso significa para uma mulher solteira em uma igreja que não é chamada a se submeter a todo homem como a esposa o faz ao seu marido? O que isso significa para uma mulher casada no trabalho? O que isso significa para um homem casado com outras mulheres em casa, na igreja, no trabalho ou em praça pública?
Bom, esse é o tipo de pergunta que um homem cristão maduro ajuda um homem mais jovem a responder, e uma mulher cristã madura ajuda uma mulher mais jovem a responder. Esse é o tipo de pergunta que pode ser abordado na EBD, em pequenos grupos ou em estudos bíblicos indutivos na igreja.
Para preencher uma “visão teológica” de masculinidade e feminilidade, nós precisaríamos considerar como Gênesis 2 pode se relacionar com outras passagens da Escritura e, as peculiares características do domínio do lar, do trabalho, da igreja e da praça pública. Depois, precisamos ajudar os nossos irmãos a viver vidas cristãsmasculinas e femininas nesses diferentes domínios — não apenas vidas genericamente cristãs.
Exemplo de um domínio: A igreja local
Na igreja local, por exemplo, a masculinidade parece estar amarrada ao ensino da Palavra. Todo homem cristão deveria, portanto, ser ensinado a ter um interesse especial por aprender a Palavra e promover o seu ministério. Nem todo homem tem o dom de ensinar na igreja, mas todo homem deveria equipar-se para ensinar em algum lugar (como em casa). E todo homem tem algum dom (como o dom da administração ou o dom de construir relacionamentos) que ele pode usar para promover o ministério da Palavra na igreja.
Em vez de uma igreja cheia de homens passivos, que rapidamente apressam as suas famílias para o carro quando o culto termina, imagine uma igreja cheia de homens determinados em promover o ministério da Palavra. Imagine homens fazendo isso no púlpito, no ministério de música, no ministério infantil, nos eventos pós-culto, em trabalho evangelístico, em cuidado com visitantes. Eu ouso dizer: essa seria uma igreja onde seria mais fácil para uma mulher piedosa ser uma mulher piedosa.
Em outras palavras, mulheres são frequentemente obrigadas a tomar iniciativa e liderança na igreja, porque os homens falham em fazê-lo. Mas, à medida que os homens trabalham duro no jardim da igreja, plantando sementes e lavrando a terra, as mulheres cristãs têm um bom trabalho a fazer ajudando tais homens. Com os homens cristãos fiéis em seus lugares, as mulheres cristãs podem mais facilmente adotar uma postura de auxílio, assistência, facilitando o ministério da Palavra na igreja. Elas fazem isso ao seguir a liderança de homens dignos. Elas fazem isso ao ampliar o ministério da Palavra para áreas nas quais seria mais difícil para os homens chegarem, como as vidas das crianças ou de mulheres mais jovens.
Note, eu forneci um exemplo de como a masculinidade e a feminilidade bíblica são diferentes em um domínio: a igreja local.¹ Discipular jovens crentes a serem engajados com a igreja local, portanto, não deveria ser unissex. Sim, há pontos em comum: todos devem se interessar em promover o ministério da Palavra. Mas há pontos de diferença: os homens deveriam ser ensinados a tomar iniciativa e liderança, enquanto as mulheres podem ser ensinadas a facilitar, encorajar e auxiliar.
Para ser muito prático por um momento, eu adoro o exemplo de C.J. e Carolyn Mahaney de ensinar o seu filho a sempre ser o primeiro a se voluntariar a orar. Eles estão ensinando a ele não apenas a ser um cristão, mas a ser um cristão biblicamente masculino.
Em todo — penso que é seguro generalizar — as mulheres serão mais capazes de buscar feminilidade piedosa quando estão cercadas por homens que buscam masculinidade piedosa. Quando as mulheres não o fazem, os homens frequentemente só têm a si mesmos para culpar.
Estratégia pastoral
Movendo-se de uma visão teológica para uma estratégia pastoral, os líderes da igreja deveriam ensinar esses diferentes retratos de maturidade nos programas para crianças e jovens, nos ministérios para homens e mulheres, e no ministério regular do púlpito da igreja. O ensino ocorre em vários lugares na vida da igreja, e vale a pena recapitulá-los um por um. A instrução em cada área é uniformemente unissex ou as diferenças bíblicas são promovidas?
Além do ensino, os líderes da igreja deveriam promover bons exemplos de masculinidade e feminilidade bíblicas para o rebanho. Que tipo de homem é reconhecido como presbítero? Quais mulheres são publicamente reconhecidas nas orações pastorais? Quais homens e mulheres são colocados à frente do grupo jovem?
Muito frequentemente, a discussão sobre complementarismo fica presa nos extremos. Por exemplo, as pessoas ficam abandonadas em questões como se é ou não apropriado para mulheres adultas ensinarem homens no Ensino Médio. Onde está o limite?, perguntam. Mas se concentrar nos extremos é mais ou menos como um casal de namorados que pergunta: “O quanto podemos nos aproximar fisicamente? Dar as mãos? Beijar?”.
Há espaço para tais questões, mas o que se precisa primeiro é uma declaração positiva sobre como promover masculinidade e feminilidade bíblicas entre jovens homens e mulheres. O casal de namorados, ao invés de perguntar: “O quão longe podemos ir?”, deveria perguntar: “Como podemos servir um ao outro e melhor preparar o outro para o casamento?” Na igreja, semelhantemente, deveríamos perguntar: “Como podemos melhor ajudar essas mulheres no Ensino Médio a se tornarem mulheres maduras, e esses homens no Ensino Médio a se tornarem homens maduros?” Mas essa é uma questão que a igreja nunca vai pensar em perguntar se ela não tem uma visão positiva para a masculinidade cristã e a feminilidade cristã em primeiro lugar.
Então vamos tentar de novo: Está tudo bem uma mulher adulta ensinar a homens do Ensino Médio? Bom, francamente, não tenho absoluta certeza se é lícito ou não, mas sei que eu quero que esses homens no Ensino Médio aprendam o que significa para os homens tomar iniciativa e liderança bíblica na igreja. E eu quero que as mulheres aprendam o que significa amar, encorajar e apoiar a liderança masculina na igreja. Portanto, serei muito cuidadoso sobre quais modelos eu coloco diante deles. Na maioria das circunstâncias, terei homens adultos que têm iniciativa e amam a Bíblia ensinando todo o grupo, enquanto tenho mulheres maduras que apoiam e auxiliam esse ministério.
O complementarismo e o objetivo do discipulado
Em geral, o complementarismo é crucial para o discipulado cristão, porque dá ao discipulado um objetivo. Como homem, eu quero ajudar outros homens, com os quais passo tempo, a saber o que significa ser um líder e um iniciador, ter coragem, ser protetor, fazer sacrifícios pelos mais fracos, etc. Minha esposa, por outro lado, quer ajudar as mulheres com as quais passa tempo a saber o que significar ser uma apoiadora, auxiliadora, facilitadora, conselheira, entusiasta, ocasionalmente reprovadora, etc.
Eu quero ajudar os homens a saber como fazer isso na igreja, em casa e em qualquer outro lugar, conforme apropriado. Ela quer ajudar as mulheres a saber como fazer isso na igreja, em casa e em qualquer outro lugar, conforme apropriado.
Não faz muito tempo, um rapaz me pediu por conselho a respeito de uma mulher que ele estava cortejando. Nós passamos muito tempo juntos. Ele confia em mim. Então, eu fui capaz e falar muito diretamente: “Irmão, é hora de você dar um passo adiante e ser um homem”. E então eu descrevi como tal masculinidade podia se parecer em suas circunstâncias.
Novamente, isso foi fácil de fazer, porque estávamos lidando com o domínio do cortejo, e muitos cristãos hoje em dia ficam felizes em reconhecer a liderança masculina e a tomada de iniciativa no cortejo, desde os Promise Keepers, a James Dobson e Joshua Harris. A questão mais difícil é: como masculinidade e feminilidade bíblicas se parecem nos muitos outros domínios da vida? Também: o que estamos fazendo para promover tais modelos através do discipulado?
O complementarismo e o evangelho
Enfatizar essas diferenças é realmente tão importante? Sim. Deus amarrou essas distinções na criação em Gênesis 2. Por quê? Para que toda a criação tivesse um retrato do evangelho, que Paulo mais tarde diz que maridos e esposas retratam em seu amor um pelo outro (Ef 5). Quando uma igreja sustenta modelos de masculinidade e feminilidade bíblica, portanto, isso torna o evangelho mais fácil de compreender.
Sem tais modelos, o evangelho é simplesmente mais difícil de explicar, quase como o tradutor da Bíblia que quer descrever Jesus como o “cordeiro” de Deus em uma cultura na selva que nunca ouviu falar de um cordeiro ou um sacrifício. Por acaso é surpresa que o diabo, que odeia o evangelho, queira homogeneizar homens e mulheres, embaçando, assim, um grupo de imagens que retratam o evangelho?
Uma concepção complementarista de discipulado não é essencial ao evangelho, mas com certeza o ajuda.
http://bit.ly/1mCIGPp
domingo, 5 de janeiro de 2014
Oh, Que Você Seja Forte Como uma Árvore!
Você quer ser abençoado neste ano novo?
Você quer ser forte como uma árvore ao invés de fraco como folhas soltas ao vento?
Você quer dar frutos na sua vida para que outros possam ser refrescados na sua presença?
Você quer permanecer fresco em épocas de seca, quando outros se enfraquecem?
Você quer prosperar em todos os seus esforços para amar pessoas?
Existe um caminho! Se deleite na Palavra de Deus e medite nela dia e noite.
Este não é um conselho que você pode ler nas colunas de Ann Landers ou Dear Abby (colunistas conhecidas como "As irmãs conselheiras"). Esta é a Promessa de Deus:
Bem-aventurado o homem que...tem seu prazer na lei do Senhor,
E na sua lei medita de dia e noite.
Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas,
A qual dá o seu fruto no seu tempo;
As suas folhas não cairão
E tudo quanto fizer prosperará.
Salmos 1:1-3
Aqui está:
a promessa de ser abençoado,
a promessa de ser forte como uma árvore,
a promessa de dar frutos,
a promessa de não enfraquecer mas permanecer fresco,
a promessa de prosperar.
E qual o caminho para este incrível florescimento de vida? Se deleite na Palavra de Deus e medite nela dia e noite!
O seu coração não anseia por isso? Se não ansiar, ore esta oração com o salmista:
Inclina o meu coração aos teus testemunhos,
e não à cobiça!
Salmos 119:36
Oh, Igreja, peguem suas Bíblias e leiam, e meditem e memorizem todos os dias! Eu digo "memorizar" porque é impossível meditar na Palavra de Deus tão continuamente quanto devemos se partes dela não estam em nossa mente. Todos os dias envie suas raízes lá embaixo aonde está a água da Palavra.
Bebendo diariamente,
Pastor John
sábado, 4 de janeiro de 2014
A adoração é um fim em si
Eu quero tentar esta manhã para criar uma consciência de nossa igreja que a adoração é um fim em si mesmo. Eu quero que nós tenhamos esta convicção: a de que o culto nunca deve ser perseguido como um meio para atingir algo diferente de adoração. Adoração nunca é um passo no nosso caminho até a qualquer outra experiência. Não é uma porta pela qual passamos para chegar a algum lugar. É o ponto final, o objetivo.
Lembro-me de uma noite em meu quarto em Saint Hall, no Wheaton College meu último ano. Eu estava lutando com o que deve motivar-me para tentar ganhar as pessoas para Cristo. Eu me perguntava: "Qual é o objetivo de ganhar pessoas para a fé em Cristo?" E eu respondi, desconfortavelmente, "Para que eles possam ajudar a vencer os outros."Mas então eu traduzi o efeito em uma experiência real de testemunho.Suponha que uma pessoa me pergunta: "Por que você quer que eu me tornasse um cristão?" E eu digo: "Então, você pode ganhar outros." Não vai uma pessoa pensativo olhar para mim e dizer: "Bem, agora, isso é estranho. Você quer dizer que o objetivo de sua religião é recrutar pessoas para recrutar outras pessoas para recrutar outras pessoas, sempre e sempre? Onde está a substância? Onde está o conteúdo ? "Lembro-me de quão miserável eu me senti como eu percebi o quão vazia e mecânica minha vida com Cristo se tornou. Eu nunca poderia ter sugerido uma resposta tão vazio para: "Por que evangelizar?" se a minha própria vida ou a adoração tinha sido um verdadeiro fim em si mesmo.É claro que o propósito para ganhar pessoas para Cristo não é que eles podem ganhar outros. É que eles podem trazer honra a Deus em adoração e que eles possam experimentar a alegria de confiar a misericórdia de Deus. Nós não recrutar pessoas para recrutar outros.Recrutamos pessoas para Deus ! O conteúdo, a substância, a vida, o objetivo, o fim é Deus ea experiência alegre de atribuir-lhe glória.Evangelismo não é um fim em si mesmo. Adoração é um fim em si mesmo.
A singularidade de adoração como um fim em si
Daquele ponto em diante, todo o meu pensamento sobre a igreja girava em torno da singularidade de adoração. De todas as atividades da igreja, apenas um é um fim em si mesmo: a adoração. Horizontal comunhãoentre os crentes não é um fim em si mesmo. Fellowship nas Escrituras é considerada em grande parte, com a finalidade de incentivar a fé e despertando o amor: "Vamos considerar como agitar um ao outro ao amor e às boas obras, não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, mas encorajando um ao outro tudo o mais que você vê chegar o dia ". É direito de buscar comunhão especificamente com o objectivo de ser encorajados na fé e despertou para o amor. Mas, apesar de uma verdadeira experiência de adoração pode produzir os mesmos resultados (de forte fé e zelo a amar), mas a genuinidade e autenticidade da nossa adoração é ameaçado se nós tratá-lo como um meio para alguma outra experiência.
Então comunhão não é um fim em si mesmo, eo mesmo pode ser dito de todos os outros ministérios na igreja. educação cristã não é um fim em si mesmo, porque saber não é um fim em si mesmo. Buscamos conhecer a Deus, para que pudéssemos ser movido para esperar em Deus. O objetivo da educação cristã é afirmado no Salmo 78:5-7: "Deus estabeleceu um testemunho em Jacó, e instituiu uma lei em Israel, a qual deu aos nossos pais para ensinar a seus filhos, que a próxima geração possa conhecê-los, as crianças ainda por nascer, e levanta-te e dizer-lhes para seus filhos, para que eles devem definir a sua esperança em Deus . "A Bíblia não apresenta conhecimentos para seu próprio bem, mas sim para os gravetos de fé e esperança em Deus. Como Romanos 15:4 diz: "O que quer que foi escrito no passado foi escrito para nossa instrução, para que, firmeza e pelo incentivo à escritura que possamos teresperança . " A educação não é um fim em si mesmo.
Nem é mordomia financeira um fim em si. Ficaríamos muito chateado se o nosso dinheiro foram cerimonialmente queimados após a coleta. Nós esperamos que seja um meio para o envio de missionários, o cuidado com o aflito, a preservação do nosso ponto de encontro. E assim por diante, para baixo da linha, o mesmo ponto poderia ser feita sobre todas as coisas que fazemos como crentes. Eles não são fins em si mesmos. Só a adoração é um fim em si. Só a adoração não deve ser feito como um meio para atingir algo diferente de si mesmo.
Mas agora surge uma pergunta. Não são a comunhão dos santos em comunhão e à disseminação do conhecimento cristão na pregação ea doação de dízimos e ofertas-não são todas essas partes de nossos cultos? Como você pode dizer que nenhuma delas é um fim em si e ainda tê-los como parte integrante de nossa adoração, que é um fim em si mesmo? Essa é uma boa pergunta, e para respondê-la, precisamos examinar agora o que é a adoração. Vamos começar com o texto da manhã, Mateus 15:08, 9.
Verdadeira Adoração: An Affair of the Heart
Jesus cita Isaías 29:13, a fim de expressar a raiz do problema com o modo de vida dos fariseus. "Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens." A primeira coisa que eu quero-nos a ver a partir destes dois versículos é que o paralelo entre "este povo honra-me" no versículo 8 e "me adoram" no versículo 9 mostra que a essência de toda a adoração é o ato de honrar a Deus. Isso não significa fazer de Deus honrado. Nós não melhorar a Deus em menos quando adorá-lo.Honrando a Deus significa reconhecer sua honra, sentindo-se o valor do mesmo, e atribuindo a ele de todas as maneiras apropriadas para seu personagem. "Honra e majestade estão diante dele, força e formosura no seu santuário. Tributai ao Senhor, ó famílias dos povos, tributai ao Senhor glória e força! Tributai ao Senhor a glória devida ao seu nome" (Salmos 96:6 -8). Essa é a primeira coisa que eu quero-nos a ver: que a adoração envolve um ato de refletir de volta para Deus em louvor as glórias que emanam de sua presença.
A segunda coisa que eu quero que veja em Mateus 15:08, 9 é que a adoração pode ser pensado de duas maneiras diferentes. Quando Deus diz: "Em vão me adoram", ou, "com os seus lábios me honra", ele implica que a adoração pode ser pensado como uma série de atos ou palavras que são realizados em obediência aos mandamentos bíblicos ou tradição litúrgica . Culto ao longo da história bíblica sempre envolvido ação. A principal palavra para o culto em hebraico bíblico significa "se curvar".Culto foi realizada em reverência, levantando as mãos, de joelhos, cantando, rezando, recitando a Escritura, etc Tudo isso pode ser chamado de adoração. Mas tudo isso também pode ser feito quando o coração está longe de Deus.
Nós todos sabemos que este tipo de experiência em nossa vida comum.Um homem se aposenta da empresa amado por todos, respeitado por seus colegas, admirado pelos executivos juniores. Quando a festa é dada para homenageá-lo, todo mundo sabe que a mão treme, e discursos, e parabéns, e relógio de ouro são sinceras. Eles vêm do coração. Mas, em seguida, alguns anos mais tarde velho resmungar-Full se aposenta, e por dever do partido é dada com os mesmos apertos de mão e discursos e relógio de ouro, mas todo mundo sabe dessa vez que a honra foi pago com os lábios, mas o coração estava longe. Ou que você não sentou através de um show de talentos da escola e observou como alguns aplausos vem de valorização interna, mas outro aplauso vem de expectativa externo.
Essas duas experiências diferentes correspondem a dois sentidos diferentes em que usamos a palavra "adoração". A primeira é uma série de atividades realizadas pelo corpo e mente. A outra é uma experiência do coração, que podem ou não encontrar expressão exterior. Parece claro para mim que quando a Bíblia nos ordena a adoração, não está comandando-nos a honrar a Deus com os lábios, enquanto o nosso coração está longe dele. Quando Davi diz: "Dai ao Senhor a glória do seu nome, adorai o Senhor na beleza da santidade" (Salmo 29:2), e quando Jesus diz: "Adorarás o Senhor teu Deus e só a ele servirás (Mateus 4:10), e quando o anjo diz a João em Apocalipse 19:10: "Não me adoram; adorar a Deus", podemos ter certeza de que eles não queriam dizer realizar atos litúrgicos, independentemente da condição do seu coração Em. os comandos culto refere-se a uma experiência do coração, que é qualquer coisa, mas longe de Deus. Este é o segundo significado da adoração implícita em nosso texto, e este é o culto que tenho em mente quando digo adoração é um fim em si mesmo.
Agora o que é essa experiência do coração como? Vimos já que ele é mais do que ação , é mais do que de joelhos e rezando e cantando e sentando-se e recitar a Escritura e comer a ceia do Senhor. Mas também é mais do que dispostos . A adoração genuína nunca é um mero ato de força de vontade. Todas essas atividades de adoração requer o esforço de nossa vontade. Mas eles não se tornem adoração genuína, em virtude disso. Quando Deus diz: "O seu coração está longe de mim", não significa que eles não têm a força de vontade para ir com a maré. Claro que eles fazem. Mas o seu coração ainda está longe de Deus. A razão é que o desenho perto do coração para Deus significa a vinda viva de nossos sentimentos para Deus. A adoração é um assunto do coração. É uma questão de sentimento e da emoção.
Os sentimentos que são a substância de Adoração
Sinto-me agora em uma posição pastoral quase impossível. O que eu quero dizer pode ser tão facilmente categorizados e dispensado como emocionalismo na decência um lado ou morto por outro lado, dependendo da sua personalidade e experiência. Nós vivemos em uma época peculiar. Por um lado, o fascínio com os sentimentos é galopante.Psicologia é a ciência da nossa era. Livro após livro nos ajuda a analisar as nossas emoções e lidar com seus altos e baixos. Por outro lado, existe uma suspeita generalizada de emoção e vergonha de expressar sentimentos, especialmente nas igrejas tradicionais (como a nossa). Em resposta a esta situação, quero dizer, em primeiro lugar, que a adoração verdadeira é baseada na percepção da verdade histórica e bíblica da mente. Tem conteúdo intelectual sólida. Não é o produto emocional frenético de manipulação ou artifícios. Mas isso não é problema nosso.Nós não estamos em perigo de emocionalismo. Longe disso. O nosso problema e não a nossa única, mas o problema da nossa Conferência e da maioria dos evangélicos em todo o país, é que não nos damos conta de que não há verdadeira adoração, onde os sentimentos de Deus não são vivificados. Não há verdadeira adoração onde o coração está longe de Deus. Mas a abordagem do coração a Deus acontece na vivificação dos nossos sentimentos para Deus. Portanto, onde os sentimentos estão mortos, por isso é adoração.
Agora vamos ser mais específico. Quais são esses sentimentos que tornam os atos exteriores de adoração autêntica? Quais são os sentimentos em relação a Deus que transformam formas aprendidas em adoração genuína? Para uma amostragem dos ricos respostas extraordinárias, emocionais em adoração, nós fazemos melhor que olhar para o livro mais rico do mundo de adoração, o livro dos Salmos.Alguns dos mais altos adoração começa com a sensação dequebrantamento e contrição e tristeza pelo pecado.
"O sacrifício aceitável a Deus é o espírito quebrantado; um coração quebrantado e contrito, ó Deus, não desprezarás" (Salmo 51:17)."Confesso a minha iniqüidade; Lamento pelo meu pecado" (Salmo 38:18).Misturado com o sentimento de contrição genuína é o sentimento desaudade ou desejo . "Como o cervo anseia pelas correntes fluindo, assim a minha alma anseia por ti, ó Deus. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo" (Salmo 42:1, 2). "A quem tenho eu no céu senão a ti? E não há nada na terra que eu deseje além de ti. Minha carne eo meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração ea minha herança para sempre" (Salmo 73:25, 26) . Também misturado com o nosso senso de pecado e nosso anseio por sua misericórdia é o sentimento de medo etemor diante da santidade e grandeza de Deus. "Eu vou adorar para o teu santo templo no temor de ti" (Salmo 5:7). "Que toda a terra teme ao Senhor, que todos os habitantes do mundo permanecer no temor dele" (Salmo 33:8). E quando ele se aproxima, que perdoa todas as nossas iniqüidades, coroando-nos com honra, satisfazer-nos com o bem (Salmo 103:3-5), os nossos corações bem até com o sentimento de gratidão ."Entrai pelas portas dele com ações de graças e seus átrios com louvor! Dar graças a ele, e bendizei o seu nome!" (Salmo 100:4). E se misturaram com a nossa gratidão são os sentimentos de alegria e esperança ."Alegrai-vos no Senhor e regozijai-vos, e gritar de alegria, tudo que você retos de coração" (Salmo 32:11). "Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim a esperança em Deus;? Pois ainda o louvarei, a ele a minha ajuda e meu Deus" (Salmo 42:5).
Estes são exemplos de alguns dos sentimentos que vêm de Deus e mover-nos a Deus em adoração genuína: contrição, tristeza, saudade, desejo, medo, admiração, gratidão, alegria, esperança. Quando esses sentimentos são vivificados, o coração não é mais distante de Deus.Adoração não é mais da boca para fora. Ele é genuíno e autêntico.
Os sentimentos não são trampolins para outro fim
E agora talvez, fechando o círculo, é mais claro por que devo dizer a verdadeira adoração é um fim em si mesmo. Se o que transforma as formas habituais para a verdadeira adoração é a aceleração desses sentimentos no coração, então a verdadeira adoração não pode ser executada como um meio para alguma outra experiência. Os sentimentos não são assim. Sentimentos genuínos não podem ser fabricados como trampolins para outra coisa. Se o telefone toca ea voz do outro lado diz: "Johnny, este é Bob, bom amigo, sua mãe e seu pai estavam em um grave acidente de ônibus Sua mãe não fazê-lo, e seu pai está muito ferido,". você não se sentar e dizer: "Agora, para que fim se eu sinto dor? O que posso fazer se eu chorar para a próxima meia hora?" O sentimento de tristeza é um fim em si mesmo. Não é executada como um meio para nada.
Se você foi flutuando em uma balsa sem água por três dias após um naufrágio no mar, e não parece um grão de terra no horizonte, você não diz: "Ora, para quê vou sentir desejo por essa terra? " Mesmo que o desejo em seu coração pode lhe dar o poder para chegar lá, você não executar saudade, a fim de chegar lá. A saudade varre para você a partir do valor da água que está nessa terra. Mesmo que desejo é sempre por algo que ainda não tem, no entanto, não é uma mistura artificial da vontade, mas não é planejada e executada como um meio para conseguir o que deseja. Ele nasce espontaneamente no coração e como um sentimento é um fim em si mesmo.
Se você estiver acampando no Boundary Waters e despertar ao som de cheirar fora de sua tenda, e depois ver a luz da lua a silhueta de um enorme urso vindo em direção a sua barraca, você não diz: "Ora, para quê vou sentir medo ? " Você não calcular os bons fins a que o medo pode ser um meio e, em seguida, realizar o ato de realizar esses fins.Quando você está na borda do Grand Canyon e ver o sol se pondo enviar a escuridão através das camadas geológicas de tempo, você não diz: "Ora, para quê vou sentir temor diante desta beleza?" É um fim em si mesmo. Quando uma criança na manhã de Natal abre o seu primeiro presente e encontra sua "mais favoritest" foguete que ele queria há meses, ele não pensa: "Agora, para quê eu me sentirei feliz e agradecido?" E quando o menino entra jardim de infância e começa a ficar atormentado por alguns alunos da segunda série, mas, em seguida, seu irmão mais velho da terceira série vem e fica ao lado dele, ele não se decidir a ter confiança e esperança inchar em seu coração. Eles apenas fazem. Eles não são um ato realizado como um meio para outro fim. E assim é com toda a emoção genuína (ou seja, a emoção que brota de causas apropriadas) e, portanto, toda a verdadeira adoração. A adoração é um fim em si mesmo, porque Deus é a voz no telefone. Deus é a ilha no horizonte. Deus é o urso. Deus é o sol poente. Deus é o foguete "mais favoritest". Deus é o irmão mais velho.
Culto e adoração autênticos Serviços
E agora para voltar e pegar a nossa pergunta anterior: se a comunhão, pregação e doação de ofertas não são fins em si mesmos, porque eles são partes integrantes do nosso culto de adoração, pois a adoração é um fim em si mesmo? A resposta é esta: o que faz um culto autêntico e genuíno e agradável a Deus é a aceleração dos nossos corações com emoções apropriadas. Mas essa aceleração não acontece em um vácuo.De um lado, ela é causada por verdadeiros percepções de glórias múltiplas de Deus. E por isso deve haver conteúdo teológico substancial no serviço: nas letras de nossos hinos, nas orações, nas Escrituras, o sermão. E aqui é onde a comunhão dos santos desempenha um papel crucial. A verdade acelerando coração pode ser ouvido a partir de um hino, mas percebida com poder quando visto no rosto de uma irmã ou um irmão do outro lado da sala. Então, de um lado, há elementos de um culto de adoração que são necessárias, a fim de ajudar o coração perceber a realidade de Deus, acelerando a vida. Por outro lado, o coração acelerou com o sentimento de Deus muitas vezes deve se expressar. E, por isso, o nosso culto de adoração deve incluir os veículos de que a expressão: oportunidades de dar, cantem, recitem, orar e, provavelmente, um bom bocado mais que nunca ter tentado.
Em conclusão, em jeito de resumo, Jesus disse: "Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim." Portanto, mesmo que a adoração pode se referir a uma forma de atividade em que o coração é mais verdadeira adoração distante, que se deleita Deus é o desenho perto do coração para Deus, ou, dito de outra forma, a aceleração do coração com genuína sentimentos em resposta a glória de Deus. Tais sentimentos nunca são performances de força de vontade calculados para atingir outros fins. Eles são fins em si mesmos.Portanto, uma vez que constituem a essência da adoração genuína, a adoração é um fim em si. E o nosso culto de domingo de manhã é único em seu foco em Deus, que está muito honrado de tal adoração. E é por amor do seu nome que eu peço a todos vocês muito sinceramente para ter tempo de sábado à noite e domingo de manhã para preparar-se para encontrá-lo aqui, rezando com o salmista: "Desvenda os meus olhos para que eu veja as maravilhas em tua palavra" ( Palm. 119:18). E: "Unir o meu coração para temer o teu nome "(Salmo 86:11).
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Não desperdice seus pontos fracos em 2014
Em 2014, eu encorajá-lo a identificar e explorar seus pontos fracos para a glória de Cristo. Eu gostaria de dar-lhe uma ilustração de minha própria vida, mas primeiro deixe-me esclarecer o que quero dizer.
Desde 2007, milhões de pessoas têm lido livros e tomado os estoques destinados a encontrar os nossos pontos fortes . Estes são úteis para o posicionamento de pessoas em locais de máxima eficácia.
Obra de Deus em nossas fraquezas
Mas eu estou te chamando para dar atenção e esforço em encontrar seus pontos fracos e maximizar o seu propósito dado por Deus. A Bíblia nos diz que o efeito é em 2 Coríntios 12:8-10. Paul tinha sido dado um "espinho na carne", que foi um exemplo de uma "fraqueza." Por quê?
Um espinho me foi dada na carne, um mensageiro de Satanás para me assediar, para me impedir de se tornar vaidoso . Três vezes roguei ao Senhor sobre isso, que deveria me deixar. Mas ele me disse: "A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza . "Portanto, eu me gloriarei ainda mais me das minhas fraquezas, para que que o poder de Cristo habite em mim . Por causa de Cristo, então, eu estou contente com fraquezas, insultos, sofrimentos, perseguições e calamidades.Por quando estou fraco, então é que sou forte .
Paulo menciona quatro propósitos para suas fraquezas.
"Para manter-me de tornar-se vaidoso" (v. 7).
"O poder de Cristo se aperfeiçoa na fraqueza" (versículo 9).
"Para que o poder de Cristo habite em mim" (v. 9).
"Quando sou fraco, então é que sou forte" (versículo 10).
Paulo Humildade e Poder de Cristo
Mesmo que esta fraqueza do espinho é chamado de "um mensageiro de Satanás," os fins não são claramente de Satanás. Satanás não quer que o poder de Cristo para ser perfeito! Deus faz. Então Deus está anulando projeto de Satanás com a sua. Em outras palavras, sempre que os pontos fracos do cristão vem, eles têm um Deus-dado propósito. Eles não são fortuitos.
Podemos resumir o propósito de fraqueza de Paulo assim: garantir a humildade de Paulo e mostrando o poder de Cristo . É por isso que Deus fez com que Paulo tinha fraquezas - para mantê-lo "de tornar-se vaidoso" e dar-lhe uma experiência mais óbvia do poder de Cristo repousa sobre ele.
Uma meta para 2014
Qual é o seu objetivo em 2014? Espero que é ser humilde e para ampliar o poder de Cristo. Se for, então uma estratégia-chave é identificar e explorar suas fraquezas.
O que isso significa? Negativamente, isso significa que vamos parar de reclamar (com Deus e com as pessoas) sobre as coisas que não são constitucionalmente bom. E, de forma positiva, isso significa que nós procuramos maneiras de transformar nossas fraquezas em uma experiência de Cristo, exaltando.
Quando eu digo "constitucionalmente não é bom", quero dizer que nós fizemos o nosso melhor para superar a fraqueza, mas não podemos.Deus ordenou que, através da genética ou experiência de vida, que são limitados, quebrado, fraco. Paulo pediu que Deus tomaria sua fraqueza fora (v. 8), mas Deus disse que não. O que significa que, mais cedo ou mais tarde, devemos parar de orar contra a fraqueza e aceitá-lo como projeto de Deus para a nossa humildade e da glória de Cristo.
O que isso significou para mim
Vou me usar como um exemplo simples. Eu li lentamente - quase tão rápido quanto eu falo. Muitas pessoas lêem cinco ou dez vezes mais rápido do que eu. Eu tentei por anos para superar este problema, com aulas especiais e livros e técnicas. Após cerca de duas décadas de lamentar essa fraqueza (a partir de 17 anos para 37 ou assim), eu vi que não haveria mudança. Esta é uma razão pela qual deixei o ensino universitário e da vida acadêmica. Eu sabia que nunca poderia ser o que os estudiosos deveriam ser: amplamente lido.
O que significou para mim a identificar e explorar essa fraqueza?Significava primeiro que eu aceito isso como projeto de Deus para a minha vida. Eu nunca vou ler rapidamente. Significava que eu parar de reclamar sobre isso. Isso significava que eu levo o meu amor pela leitura e fazer com ele o que eu puder para a glória de Cristo. Se eu só posso ler devagar, eu vou fazer tudo que posso para ler profundamente. Vou explorar lentidão. Vou pedir a Jesus para me mostrar mais na leitura pouco do que muitos vêem em ler muito. Vou pedir a Jesus para ampliar o seu poder em fazer a minha lentidão mais frutífera do que a velocidade.
Em percebendo que eu não posso ler muitos livros, que derramarei o meu escopo limitado para a leitura de um livro melhor do que qualquer outro - a Bíblia. Se eu preciso ler menos de muitos livros, então eu vou ler com mais cuidado o maior livro.
Exploit seus pontos fracos
Agora, depois de todos esses anos, eu dizer com Paulo: "Eu apartamentos possuem todo o mais de bom grado nesta fraqueza, para que o poder de Cristo habite em mim" (v. 9). Cristo tem sido fiel para cumprir seu propósito. Ele engrandeceu nesta fraqueza.
Se eu tivesse com raiva ressentida Deus todos esses anos que ele não me deixou ser um estudioso amplamente bem-ler, eu não teria explorado essa fraqueza. Eu teria perdido isso.
Portanto, este ano, não se concentrar demais na busca de seus pontos fortes. Dê atenção para identificar e explorar suas fraquezas. Deus não lhes deu a você em vão. Identificá-los. Aceitá-los. Explorá-los. Ampliar o poder de Cristo com eles. Não desperdice suas fraquezas.
Por John Piper. © 2013 Desiring God Foundation. Website: desiringGod.org
Assinar:
Comentários (Atom)
